Rachaduras em teto de gesso exigem cuidado!

Olá, Caros Leitores!
A reportagem a seguir ilustrará como identificar preliminarmente potenciais riscos em fissuras ou rachaduras em forros de gesso.  Se compreendermos um pouquinho como é a instalação do forro de gesso, fica mais fácil entender.
O forro de gesso convencional é aplicado em placas quadradas (60 cm X 60 cm), fixadas à laje superior por chumbamento  dos tirantes de metal galvanizado. Vibrações, ar salitroso, variação térmica ou infiltração, podem comprometer a integridade do forro de gesso, causando as fissuras. 

A) Vibrações:Fissuras ou rachaduras, a depender da intensidade da vibração ou de possível comprometimento estrutural. Recomendável fazer teste com fita adesiva sobre a fissura, para verificar se ela aumenta de largura. Necessário consultar um especialista. 

B) Ar Salitroso: Fissuras ou marcas pontuais (no ponto de fixação do tirante metálico) com mancha de ferrugem. Necessária intervenção imediata, pois o tirante pode partir pela oxidação e a placa desprenderá do forro, podendo causar acidentes.

C) Variação Térmica: A depender de como as placas estão unidas, pode ocorrer fissura por variação térmica (dilatação e retração dos materiais, em função da variação da temperatura do lugar). Essas fissuras costumam ocorrer nas junções das placas, demarcando-as. O fator estético é o mais grave.

D) Infiltração: A presença de água sobre as placas de gesso cria manchas e bolhas, além de gerar um sobrepeso na estrutura do forro. Necessária a verificação da evolução das manchas, pois, em função da intensidade do crescimento, pode estar ocorrendo uma simples infiltração (falhas no rejuntamento de piso no pavimento superior) ou um vazamento de tubulação, que poderá vir a causar danos mais graves.

 

Nos campos abaixo, tire suas dúvidas conosco!

(DB)   


Especialista aponta a melhor forma de reparar possíveis rompimentos em estruturas de gesso

CURITIBA, Abril, 2017 – Movimentações do solo, encolhimento e expansão derivados do clima, idade e degradações causadas pela água são exemplos de fatores que podem causar danos a estrutura dos mais variados tipos de construções.

Um dos problemas mais comuns observados em residências é o surgimento de rachaduras e fendas em tetos de gesso. Entretanto, a flexibilidade do material permite que na maioria das vezes, as trincas e fissuras sejam reparadas sem o auxílio de mão de obra especializada.

Primeiramente é preciso avaliar a profundidade e o tipo das rachaduras. De acordo com a designer e arquiteta Katalin Stammer, supervisora do Núcleo de Design do Centro Europeu, é importante estar atento também ao que está provocando o problema. “Todas as rachaduras representam um risco, mas algumas podem se tratar de um dano estrutural mais sério”, alerta a profissional.

Uma alternativa para identificar o nível de gravidade das danificações no gesso é observar o formato e posição das rupturas. “Trincas ou fissuras (na vertical ou na horizontal) rasas geralmente são superficiais e menos preocupantes. Já as rachaduras inclinadas (na diagonal e profundas) indicam problemas na estrutura. Para estas, é necessário contar com a ajuda de um profissional”, orienta Katalin Stammer.

Ainda segundo a arquiteta, quando superficiais as rachaduras podem ser restauradas com o uso de tintas emborrachadas, sela-trincas, fita telada de fibra de vidro, curativos para paredes e massa acrílica. “É indispensável lembrar que para um trabalho bem sucedido, é necessário que além da qualidade dos materiais, as especificações técnicas sejam seguidas a risca, assim o problema será solucionado da melhor forma possível”, completa.

Passo a passo para consertar rachaduras em gesso

1 – Com o auxílio de uma espátula, aumente em aproximadamente 2cm cada rachadura para que o produto penetre melhor;

2 – A seguir, elimine todo o pó e a sujeira gerados ao aumentar as rachaduras, para que o produto reparador se fixe bem. Use uma escova ou pincel para essa limpeza;

3 – Prepare a massa do produto com o qual você vai consertar as rachaduras seguindo as instruções do fabricante para conseguir um bom resultado;

4 – Aplique a massa ou produto para tapar a rachadura com uma espátula. Faça isso no sentido longitudinal e aplicando só o produto necessário. Deixe o produto secar o tempo estipulado pelo fabricante;

5 – Depois de seca, lixe a área consertada e limpe novamente os restos de pó. Feito isso, a área consertada estará pronta para a pintura.

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Cidades Sustentáveis: iniciativas brasileiras para a regulamentação de indicadores

ABNT publica primeira norma técnica brasileira sobre cidades sustentáveis

27/03/2017


Com contribuição do Secovi-SP, NBR ISO 37120:2017 contempla indicadores para serviços urbanos e qualidade de vida

O Brasil ganhou recentemente a sua primeira norma técnica no âmbito das cidades sustentáveis. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) aprovou e publicou em 18 de janeiro a ABNT NBR ISO 37120:2017 “Desenvolvimento sustentável de comunidades – Indicadores para serviços urbanos e qualidade de vida”.

A norma define e estabelece metodologias para um conjunto de indicadores, a fim de orientar e medir o desempenho de serviços urbanos e qualidade de vida. Ela é uma tradução e adaptação para a língua portuguesa da norma ISO 37120:2014 Sustainable development of communities – Indicators for city services and quality of life.

A elaboração dessa norma técnica envolveu diversos técnicos e instituições, como o Secovi-SP, a Caixa Econômica Federal, Ministério das Cidades, Sabesp, CAU, CBIC, CTE, CBCS, Politécnica USP, FAUUSP, CDHU, Instituto de Engenharia e outras. A premissa foi a necessidade identificada pela sociedade brasileira e a importância de o País dispor de um documento que pudesse se constituir em uma referência normativa.

O trabalho foi desenvolvido no domínio da Comissão de Estudo Especial 268 da ABNT (CEE-268), “Cidades e comunidades sustentáveis”, sob a coordenação do professor Alex Abiko, da Politécnica USP e da Câmara Brasileira da Construção Sustentável (CBCS), secretariado pela engenheira Iara Negreiros. A CEE-268 é uma comissão espelho da Technical Committee TC268 da ISO, Sustainable cities and communities.

A ABNT NBR ISO 37120:2017 reflete um enfoque global de indicadores para serviços urbanos e qualidade de vida, e sua aplicação deve prever que estes indicadores estejam em harmonia com as normas e legislação vigentes no Brasil, no que tange as definições, métricas e métodos de obtenção dos indicadores.

Esses indicadores podem ser utilizados para rastrear e monitorar o progresso do desempenho da cidade. A fim de atingir o desenvolvimento sustentável, todo o sistema urbano necessita ser levado em consideração. Planejar para as necessidades futuras deve levar em conta o atual consumo e eficiência de recursos, para o melhor planejamento do amanhã.

As próximas normas a serem desenvolvidas no contexto da CEE-268 são as de sistema de gestão para o desenvolvimento sustentável e as de cidades inteligentes.

Autor: Assessoria de Comunicação – Secovi-SP

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Sustentabilidade do início ao fim

Fantástica a tecnologia japonesa, não apenas para construir, mas também para desmontar grandes edifícios.

Sistemas construtivos industriais, cujo ponto alto é a modulação e montagem das partes, possibilitam a substituição de um edifício por outro num mesmo terreno.

A obsolescência da construção nem chega a ser o fator primordial desta substituição. Aspectos  comerciais podem indicar tal mudança.

O fato é que, em edificações bem planejadas – da concepção ao final de seu ciclo de vida (cradle to cradle design), os materiais poderão ser totalmente reutilizados ou reciclados em função das técnicas de desmontagem, sem perdas.

É sempre importante frisar que o conceito de Sustentabilidade abrange muito mais aspectos do que os que são divulgados coloquialmente. Estes são “Green Washes” e não representam os “Green Buildings”.

(DB)

 

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A Arquitetura como fator de integração de Nações

Século XXI.

Diante de toda a experiência histórica vivida pelos povos do mundo, as nações já deveriam estar categoricamente conscientes da necessidade de buscarem harmonia. Disputas de poder não trazem nada além de guerras, mortes, destruição. Será esse  mesmo o modelo de civilização que a humanidade quer? A troco de quê?

O ser humano não aprendeu, mesmo após mais de 5.000 anos, que o grande modelo da vida é a Natureza. A homeostase (homeo- = semelhança; -stasis = ação de pôr em, estabilidade) é o princípio básico da Natureza, que propicia os fenômenos físicos, químicos e biológicos, observados e desenvolvidos pela ciência, em prol do progresso tecnológico.

A percepção humana se perdeu no momento em que o progresso desenfreado começou a corromper o equilíbrio da Natureza. O homem deixou para trás seus valores primordiais. A humanidade passou até mesmo a estranhar-se… A disputa pelo poder fez com que os humanos/animais “racionais”, entrassem em conflito por razões efêmeras. A troco de quê?

Líderes de grandes nações, legitimamente eleitos, vangloriam-se por ideias separatistas, xenófobas, como se não fôssemos todos povos miscigenados… O distanciamento da humanidade do SER HUMANO está gerando medidas absolutamente inaceitáveis.

O artigo a seguir retrata  como um grupo de Arquitetos utilizam a Arquitetura e o Urbanismo, de maneira doce e idílica, como solução para suavizar um elemento de cisão, transformando-o em ponto de comunhão entre povos e nações. (DB)

Arquitetura para integrar fronteiras / Fernando Luiz Lara

kara_evan_1Desde o início de 2016 a campanha presidencial nos EUA teve a imigração como questão central. A proposta do presidente eleito Donald Trump de construir um muro entre o México e os Estados Unidos, e sua declarada intenção de deportar todos os imigrantes indocumentados, atraiu a atenção do mundo inteiro para os complexos problemas daquela região de fronteira. Fronteiras podem ser entendidas como entidades geográficas, barreiras políticas, ou outros limites de espaço. Fronteiras podem ser exploradas através de várias lentes conceituais.

A análise da atual fronteira México-EUA revela a existência de três grandes indústrias que direcionam o discurso sobre, e em maior medida, toda a paisagem da fronteira.

A Primeira é a indústria da globalização que movimenta 500 bilhões em mercadorias entre os EUA e o México a cada ano, e cujo objetivo é facilitar esse intercâmbio.

A segunda é a indústria do trabalho mal-remunerado que emprega milhões de trabalhadores hispânicos em todo os EUA (legalmente ou não), interessados que estão em uma fronteira não exatamente fechada, mas tampouco totalmente aberta, mantendo assim os trabalhadores fronteiriços preocupados com a deportação e, portanto dispostos a péssimas condições de trabalho.

O terceiro setor é a indústria militar que vende medo e banca a violência na área de fronteira com sua ineficiente guerra às drogas, justificando o gasto de bilhões de dólares em equipamentos, pessoal e infraestrutura num círculo vicioso que alimenta a si mesmo e consome vidas e recursos de ambos os governos.

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Tais indústrias são responsáveis pela insegurança e pelo assédio diário de milhões de pessoas que precisam ou querem atravessar a fronteira, sem, no entanto, conseguir controlar o fluxo de drogas rumo ao norte ou de armas rumo ao sul.

A arquitetura, com seu poder de articular uma visão de um futuro melhor, tem a responsabilidade de trabalhar tais conflitos e ser parte da solução. Fernando Lara, professor associado da Universidade do Texas em Austin convocou seus alunos de mestrado a pensar sobre a questão da imigração. A ideia foi desenhar soluções para uma fronteira MéxicoEUA que fosse segura, sustentável e igualitária.

O atelier de projeto teve uma premissa básica: Imaginar uma fronteira em que as pessoas podem se mover livremente, mas que todo tipo de cargas seja detalhadamente inspecionada. Para tanto torna-se necessário desconstruir as bases das três grandes indústrias brevemente descritas acima, e propor uma fronteira mais humana e funcional.

Os doze estudantes no atelier da UT Austin, EUA, trabalharam em paralelo com ateliers da Universidad Autonoma Nuevo León em Monterrey, México. Os estudantes de ambos os lados da fronteira tiveram a oportunidade de interagir e trabalhar em conjunto para encontrar soluções para promover a integração em diferentes cidades fronteiriças.

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Os estudantes sugeriram que estas fronteiras, em vez de terrenos abandonados e militarizados, poderiam ter parques, estações de tratamento de água, instalações esportivas e centros comerciais. A presença ativa de pessoas em atividades de lazer e negócios inibiria o trânsito de armas e drogas e ajudaria a integrar populações dos dois países.

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Os problemas que cercam qualquer fronteira são complexos. Mas a arquitetura e urbanismo podem contribuir enormemente se atuarmos politicamente da forma correta. Governos devem criar integração comunitária e oportunidades econômicas para cidades irmãs e suas populações irmãs. Isso significa costura-las e não segrega-las.

Fernando Luiz Lara é Arquiteto pela UFMG; PhD pela Universidade de Michigan; Professor associado na Universidade do Texas; Fundador e consultor do LUA LAB – Laboratório de Urbanismo Avançado; Consultor da Horizontes Arquitetura e Urbanismo.
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Projetos “Fora da Curva” – os 5 sentidos em alerta.

Arquitetura para despertar experiências únicas

25 out 2016, 09h38

Clientes querem cada vez mais ser tratados de forma personalizada, vivenciando junto com empresas e produtos os próprios sonhos, fantasias e emoções. É a chamada Era da Experiência, na qual se destacam marcas e organizações capazes de se conectar aos consumidores estimulando-os a apreciar o melhor da vida. A arquitetura é uma das responsáveis por despertar experiências únicas ao desenhar e executar as sensações humanas nos ambientes.

Foto: DINO

De acordo com o arquiteto Júnior Piacesi, empresários perceberam que a experiência está ligada ao relacionamento e fidelização do cliente. Além disso, segundo o profissional, projetos comerciais pensados para criar estímulos ao cliente ajudam a conceituar as marcas.

É justamente na construção desses conceitos que a arquitetura contribui, formando o laço com o consumidor. “A arquitetura tira partido de cores, iluminação, cheiro, texturas e sons. Experiência está ligada a sensações do cliente naquele espaço”, afirma Júnior Piacesi.

A Era da Experiência é resultado da famosa Era da Informação, na qual os consumidores conheceram lugares diferentes, puderam ver e visitar espaços do mais diversificados, mesmo que virtualmente. Isso altera a forma como a arquitetura planeja os ambientes e influencia os projetos atuais. “O cliente mudou, porque hoje tem acesso a tudo. Pode viajar e conhecer culturas diferentes e, ao estar de volta ao seu país, não aceita mais algo simples. Querem ser surpreendidos. Tendo conhecimento desse novo perfil do consumidor, os empresários solicitam projetos fora da curva.
Um local que surpreenda esse cliente de maneira que ele se sinta motivado a voltar e indicar o local aos seus amigos”, explica Júnior Piacesi.

Os “projetos fora da curva” exigem dos arquitetos um conhecimento profundo dos espaços urbanos e das relações sociais que se configuram nos ambientes. “É preciso muita pesquisa, estudo sobre o comportamento do consumidor e sobre a empresa. A partir dessas informações cria-se algo novo, muitas vezes, com elementos que já trabalhamos. Porém, esses elementos ganham contornos diferenciados sob um novo olhar e surpreendem a todos”, conclui o arquiteto.

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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A cidade e o PDDU

E quando pensamos que o entendimento dos gestores para as estruturas públicas está entrando nos eixos em prol do bem estar da sociedade, nos defrontamos com a edição de leis elaboradas com o olhar estreito, pouco profissional e favorável ao mercado imobiliário elitizado.

“De uma forma simplificada define-se urbanismo como o desenho e estudo das cidades.
O urbanismo é uma operação cujo objetivo é a transformação do espaço visando uma melhoria estética e da qualidade de vida, transmitindo sensações de segurança e conforto. Define as regras de interligação entre os elementos construídos e as várias partes da cidade, ou seja a forma urbana.
Para além de um instrumento de projeto, o urbanismo é uma ação política, económica e social, prolongada no tempo. Os instrumentos de gestão urbanística pressupõem, hoje em dia, uma rentabilização do espaço e a geração de lucros.
Em arquitetura o estudo da urbanística recai sobre a análise da forma urbana. No entanto, para se poder analisar uma cidade é preciso o contributo de outras disciplinas tais como a história, a sociologia, a geografia e a ecologia. O urbanismo é, assim, uma área multidisciplinar.”  (http://www.arquiteturaportuguesa.pt)

Enquanto ciência multidisciplinar, uma vez que a cidade é um “ser vivo”, o Planejamento Urbano perpassa pela solução da complexa equação que envolve o adensamento de massas construídas, a mobilidade urbana, o conforto térmico, a preservação e integração com o meio ambiente e a topografia, o comportamento social, a análise das vocações setoriais quanto ao uso do solo urbano, macro e micro infraestrutura de suporte, a integração com os centros urbanos lindeiros, a preservação do patrimônio artístico e cultural, dentre outras variáveis.

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Na década de 1940, a genialidade do engenheiro Mário Leal Ferreira e da equipe do  Escritório do Plano de Urbanismo da Cidade do Salvador – EPUCS, desenvolveram as diretrizes para uma cidade viva, dinâmica, que recebeu um olhar eclético baseado nas peculiaridades de uma sociedade e do meio em que ela ocupava. Como não podia deixar de ser, o Decreto-Lei 701/48 concebia uma cidade em franco desenvolvimento, cujos vetores de expansão extrapolavam seus limites. O sistema viário passou a acompanhar os canais de drenagem, permitindo a fluidez da mobilidade nas cumeadas e nos vales, de forma sistêmica. As ocupações foram surgindo como consequência desta malha viária, propiciando uma ocupação planejada e diluída.

Imagine se esse sistema viário permanecesse apenas nas partes altas da cidade?

Enfim, não existiu outro plano diretor como aquele desenvolvido pelo EPUCS. Hoje, a comunidade soteropolitana está a mercê dos interesses do mercado imobiliário, que induzem os urbanistas a darem poucas asas à sua imaginação e inibirem o emprego de modelos teóricos e de vanguarda na urbanização da nossa cidade.

Salvador está na contramão das tendências urbanísticas dos grandes centros urbanos, que priorizam a absoluta preservação das áreas verdes (como meio de sobrevivência nas cidades), da redução de maciços construídos  (que geram as “ilhas de calor”), estímulo à redução de veículos automotores individuais, descentralização das ocupações através de unidades de vizinhança, dentre outras medidas.

Os órgãos de classe repudiam o novo PDDU. A sociedade sofrerá com ele…

(DB)

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Atenção Condomínios

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Desde agosto de 2015, passou a vigorar no estado da Bahia o Decreto Estadual nº 16.302, que disciplina as ações quanto a Segurança contra Incêndio e Pânico nas edificações.

Em 2016, os Grupamentos de Bombeiro Militar de todo o estado vêm realizando intensa fiscalização das edificações, no que tange à instalação dos meios de proteção ativa (dispositivos de alerta e combate ao incêndio) e passiva (saídas, rotas de fuga), além da existência de plano de emergência e brigada de incêndio devidamente atuantes.

Tais medidas são necessárias para que potenciais riscos de incêndio possam ser identificados e inibidos, assim como para uma atuação imediata e eficaz no combate ao princípio de um incêndio.

Nesse sentido, além de atuarmos na elaboração dos projetos de segurança contra incêndio e pânico e planos de emergência para os empreendimentos, oferecemos também a outra ponta da prevenção: o treinamento da equipe que deverá estar apta a realizar os procedimentos básicos  de combate ao fogo, controle de riscos e evacuação ordenada e segura da comunidade envolvida.

Esse treinamento será ministrado por equipe de Bombeiros Militares, que possuem qualificação técnica e experiência prática para realizarem um trabalho de excelência.

Entrem em contato com o nosso escritório e conheçam as condições para tornarmos juntos seu Condomínio seguro.

DB

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