Casas 3D com bateria da Tesla são construídas no Vale do Silício

Século XXI e a revolução na construção de imóveis: as impressoras 3D pedem licença e produzem protótipos de habitações no Vale do Silício.

Fonte: Época Negócios Online – 28.05.2018
FOTO: PIXABAY

Estados Unidos – As impressoras 3D têm potencial para acelerar a resolução de vários problemas da humanidade. Incorporada nos mais diferentes tipos de negócios, a tecnologia é usada por grandes empresas como Alpargatas, Fiat e ThyssenKrupp em suas linhas de produção.

Agora, o foco das iniciativas envolvendo as impressoras 3D parece ser a habitação. Em março deste ano, as casas construídas com essas máquinas em apenas um dia foram um dos maiores destaques do festival SXSW. Agora, um novo modelo de unidades autossustentáveis com 300 metros quadrados de área foi apresentado pela Walden Monterey, a empresa responsável por um projeto de “agrobairro” para a elite do Vale do Silício, na costa da Califórnia.

Batizadas de “Cápsulas de Dormir de Galini”, as residências foram desenvolvidas em parceria com o escritório de design DFA, e aliam estilo arquitetônico a um apelo ambientalmente correto: são abastecidas por painéis solares e turbinas de vento, além de baterias da Tesla. Não é um modelo exatamente acessível, já que cada casa deverá custar a partir de US$ 250 mil (R$ 930 mil), mas se trata da “próxima geração em tecnologia da construção”, segundo afirmou Laith Sayigh, fundador da DFA, ao Business Insider.

Do total de materiais utilizados, 97% são reciclados ou dotados de eficiência energética — inclusive o encanamento interno. Plástico reutilizado, iluminação de LED e até um sistema que usa a umidade do ar para fornecer água estão presentes.

Já no abastecimento de energia, as fontes solar e eólica são combinadas a uma bateria da Tesla que fornece o restante necessário. Esse dispositivo fica abaixo do nível do solo, assim como um sistema de resfriamento do ar que pode ser usado nas temporadas mais quentes.

Projeto imobiliário

A oito horas do Vale do Silício, a Península de Monterrey receberá as residências, que, imagina-se, servirão de lar de veraneio para os poderosos chefes da indústria de tecnologia. O projeto da Walden Monterey prevê a construção de 22 casas.

As “cápsulas” inovam também no modelo de exposição na pré-venda. Construídas em qualquer lugar, podem ser transportadas prontas para seu destino final e visitadas pelos interessados antes da tomada de decisão.

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Incêndios são mais fáceis de acontecer do que você imagina…

Diariamente temos visto no noticiário nacional e internacional casos de incêndios, dos mais simples – sem vítimas, aos mais desastrosos, com perdas de vidas e patrimônio.

Têm-se observado um maior consumo de energia elétrica nos edifícios, residenciais ou comerciais, devido à necessidade cada vez maior de aparelhos eletrônicos e elétricos para refrigeração, aquecimento, para agilidade nas tarefas do dia a dia. E todo esse arsenal  sobrecarrega as redes elétricas dos edifícios, na maior parte das vezes subdimensionada para tantos aparelhos (edifícios mais antigos, por exemplo).

Sem falar no risco do excessivo uso de adaptadores nas tomadas, gerando um consumo de corrente maior do que o dimensionamento do fio que conduz a energia. Isto pode gerar superaquecimento dos fios e princípio de incêndio.

Estes aspectos estão sendo levantados apenas para que se tenha uma sutil noção dos riscos a que estamos expostos até mesmo dentro de nossas casas, e da absoluta importância de que os meios ativos e passivos de segurança contra incêndio estejam em perfeitas condições de utilização, para o alerta e o combate nas situações de emergência. De igual importância nestas circunstâncias é a manutenção dos equipamentos e da presença de pessoas devidamente treinadas para atuarem nas emergências – os Brigadistas.

Desta forma, o pensamento preventivo deve fazer parte do nosso cotidiano, em casa e no local de trabalho, por uma questão básica: a preservação da Vida. Não devemos adotar atitudes preventivas apenas como demanda do Corpo de Bombeiros. Proatividade, nestes casos, pode ser determinante na mitigação dos acidentes por fogo nas edificações.

A seguir, um formulário especialmente criado para diagnosticar a situação de uma edificação em relação às condições de segurança contra incêndio, podendo, inclusive propiciar uma consultoria sobre como regularizar seu edifício.

Não protele sua segurança.

Este formulário poderá gerar uma proposta.

(DB)

 

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Desenho Universal, inclusão social e dignidade humana

O Desenho Universal – ou Design Universal – é um conceito inclusivo desenvolvido nos EUA, intimamente vinculado aos princípios de ergonomia e usabilidade, associados a ambientes, produtos e serviços que devem ser adequados à grande maioria das pessoas, independentemente de altura, peso, mobilidade, acuidade visual ou auditiva, ou a qualquer transtorno físico que a diferencie do padrão usual.

Os Sete princípios que regem o Desenho Universal foram desenvolvidos em 1997 na Universidade da Carolina do Norte (EUA) para servirem de referência aos projetos de produtos e ambientes, que deverão ser utilizáveis por qualquer pessoa, sem a necessidade de adaptação. São eles:

  • Uso equitativo: ser útil a pessoas com  diversas capacidades.
  • Flexibilidade no uso: acomodar um vasto leque de preferências e capacidades individuais.
  • Uso simples e intuitivo: utilização facilmente compreendida, independentemente da experiência, do conhecimento, das capacidades linguísticas ou do atual nível de concentração do utilizador.
  • Informação perceptível: comunicar eficazmente, ao utilizador, a informação necessária, independentemente da sua capacidade ou das condições ambientais.
  • Tolerância ao erro:  minimizar os riscos e consequências adversas de ações acidentais ou não intencionais.
  • Redução no gasto energético: poderá ser usado de forma eficiente e confortável e com um mínimo de fadiga.
  • Espaço apropriado:  tamanho e espaço apropriados para a aproximação, alcance, manipulação e uso, independentemente do tamanho do corpo, postura ou mobilidade do usuário.

Recém editado, o Decreto Federal nº 9.296/2018 (01/03/2018) estabelece que empreendimentos para hospedagem – hotéis, pousadas e similares, deverão ser adequados aos padrões de Desenho Universal.      

Um grande avanço nacional que deveria ser ampliado a todo e qualquer empreendimento público ou privado, assim como ocorre nos países europeus e na América do Norte, onde tal conceito está intrinsecamente vinculado a todo projeto.

Desde 2013, convênios entre o Governo Federal, o CAU/BR e o Banco do Brasil foram firmados para a efetiva viabilização destas medidas, no sentido de que os empreendimentos residenciais  já existentes também venham a ser adequados aos Sete Princípios do Desenho Universal, na sua íntegra, através da Norma Brasileira  nº 9050 – ABNT.

Assim, o Banco do Brasil vem disponibilizando uma linha de crédito especial para reformas de adaptação residencial aos critérios de acessibilidade (ABNT NBR 9050), conforme preconiza a Portaria Interministerial nº 604/2013 – Plano Nacional da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite. Condições para a obtenção desta linha de crédito podem ser verificadas no site do Banco do Brasil, Programa BB Crédito Acessibilidade.

Infelizmente, informações desta importância não encontram muito espaço na mídia brasileira, omitindo o que poderia vir a ajudar milhões de pessoas que não dispõem de recursos, a terem uma vida mais digna e inclusiva.

Estamos empenhados a colaborar com nossos projetos e nosso compromisso social em oferecer os meios técnicos para transformar as dificuldades de muitos em qualidade de vida!

DB


Fontes:
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Como está a segurança do seu edifício?

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Arquitetura descomplicada

Espaços grandes ou pequenos necessitam do olhar de um Arquiteto, para que seu agenciamento seja adequado ao uso, com o dimensionamento correto dos ambientes em função do programa de necessidades pretendido pelo Cliente.

Mito é achar que a contratação do Arquiteto encarece a obra.  Um projeto invariavelmente resulta em muita economia de material e mão de obra, na compra de insumos e  no retrabalho, pois as definições de todos os aspectos da obra já estarão definidos.

No caso em estudo, temos duas salas comerciais contíguas, com área total de aproximadamente 59 m². As salas estão no “osso”. O programa de necessidades prevê duas empresas funcionando simultaneamente, com atividades diferenciadas entre si.

Olhando-se da esquerda para a direita, temos acima, uma sala de espera (sem recepcionista), com acomodação para quatro clientes. O azul faz parte das logomarcas de ambas as empresas, e esta cor foi adotada para dar o tom da recepção.

Ainda do lado esquerdo, a área operacional da Empresa nº 1, vinculada ao escritório do seu gestor. Ao lado direito, está a área operacional da Empresa nº 2, também ligada ao escritório de seu respectivo gestor. Ao centro, uma sala de reuniões que atende às duas empresas, com tratamento acústico e de iluminação especiais, em função de utilização de projetores.

As divisórias são todas em painéis drywall e vidro, para total visualização dos postos de trabalho. A sala de reuniões possui persianas internas, que ajudam no isolamento acústico do ambiente.

Um dos sanitários foi transformado em arquivo e sala do servidor de informática. A copa, local do simpático cafezinho, recebe uma temática alusiva.

Soluções de ambientação foram definidas com a presença dos Clientes, em pouco menos de três horas.

Este é o resultado que poderemos oferecer em nosso sistema de CONSULTORIAS RÁPIDAS, nas quais o Cliente já sai do nosso escritório com o layout definido para seu espaço!

Para outras  definições (móveis, detalhamentos, acessórios e projetos complementares)  e execução de obra, o trabalho pode ter prosseguimento.

Nosso objetivo é viabilizar os projetos e a execução da obra para o Cliente.

Não deixe de contratar o serviço do Arquiteto: a vantagem será toda sua!

Consulte-nos através do e-mail: contato@dorabrasilarquitetura.com

(DB)

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Soluções Futuristas

Tive a grata oportunidade de participar de operações de combate a incêndios juntamente com  equipes do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia, por volta dos anos 2000 a 2005, através da Defesa Civil Municipal (CODESAL).

Ainda hoje, obstinados e destemidos, não hesitam em esforços para debelar incêndios e mitigar outras situações de emergência. O que importa é resgatar e salvar vidas.

Dificuldades operacionais não faltam: desde o trânsito conturbado à precariedade dos equipamentos disponíveis – escadas com altura limitada, ausência dos produtos ideais para o combate ao fogo, dificuldades nos meios de fuga dos edifícios -, vários são os entraves na hora da operação dos Bombeiros.

Contudo…

Vejam a seguir ideias incríveis para resolver grande parte dos problemas dos Bombeiros na hora da emergência. Agora, vamos torcer para que sejam criadas as condições de por em prática todo o futurismo para a hora do resgate! (DB)

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“Arquitetura deveria trazer benefícios a cada ser humano deste planeta”

Esta citação, com a qual concordamos, foi da Arquiteta mexicana Tatiana Bilbao.

Em verdade, temos visto a Arquitetura bastante distanciada de sua essência maior, que vem ser a criação e o aprimoramento do espaço construído para o ser humano, levando em consideração seus hábitos (habitat), estilo de vida, suas referências, a ergonomia (pessoas altas e baixas possuem demandas diferenciadas, por exemplo),  anseios funcionais e orçamento.

Projetar um Habitat para o ser humano requer investigação minuciosa dos aspectos psicológicos, vivenciais, estéticos, ancestrais, enfim, seus valores de Vida. Uma abordagem energética também pode ser associada, especialmente para compatibilizar vibrações do local com as energias dos seus usuários.

A Ergonomia, aplicável a qualquer atividade humana, também precisa ser levada em consideração na Arquitetura (especialmente na Arquitetura de Interiores), visando a adequação das partes da construção ao usuário, nas suas atividades. Este conceito pode ser associado a outro, de imensa importância: o Desenho Universal, cujos sete princípios tornam os ambientes utilizáveis indiferenciadamente, preservando a inclusão de todos os seres humanos, portadores ou não de necessidades especiais, ampliando o conceito básico das dimensões-padrão de espaços e mobiliário, adotadas para um corpo.

“O conceito de Desenho Universal se desenvolveu entre os profissionais da área de arquitetura na Universidade da Carolina do Norte – EUA, com o objetivo de definir um projeto de produtos e ambientes para ser usado por todos, na sua máxima extensão possível, sem necessidade de adaptação ou projeto especializado para
pessoas com deficiência.
O projeto universal é o processo de criar os produtos que são acessíveis para todas as
pessoas, independente de suas características pessoais, idade, ou habilidades. Os produtos universais acomodam uma escala larga de preferências e de habilidades individuais ou sensoriais dos usuários. A meta é que qualquer ambiente ou produto poderá ser alcançado, manipulado e usado, independentemente do tamanho do corpo do indivíduo, sua postura ou sua mobilidade.”
   (Carletto, Ana Claudia et Cambiaghi, Silvana
Desenho Universal – Um conceito para todos)

Funcionalidade remete à concepção do espaço adequando-o à função a que se destina: cozinhar, dormir, trabalhar, relaxar, socializar, enfim…  O Desenho Universal está muito atrelado à funcionalidade, oferecendo parâmetros para o dimensionamento preciso do espaço, sem desperdícios de área ou confusão no design. Num programa necessidades para o projeto de Arquitetura, os cômodos ou ambientes deverão atender aos anseios funcionais de quem vai utilizá-lo.

A adoção de referências ancestrais à Arquitetura preserva os aspectos socioculturais da pessoa, permitindo a perpetuação dos valores familiares. Recordações de parentes e/ou amigos,  lembranças de viagens, cultivo de plantas, livros ou de objetos de arte, traduzem a essência de quem vai interagir no ambiente. Em relação à Arquitetura, tais ambientes precisam ser previstos no projeto.

Definir um projeto arquitetônico com tantas nuances é uma verdadeira equação!

Sem falar no atendimento à legislação para o licenciamento da edificação, da definição básica estrutural, dos materiais a serem utilizados, do conforto térmico e acústico e do orçamento da obra.

Agora imagina só uma coisa: como é que um projeto arquitetônico pode ser deixado de lado, já que envolve tantas peculiaridades?

Se analisarmos com calma, e verificarmos que um projeto executivo de Arquitetura custa cerca de 2% do valor da obra pronta, é inconcebível não contratar um Arquiteto para que os seus sonhos sejam realizados por completo. Traga esse benefício pra perto de você.

Experimente!

DB

 

 

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