Geobiologia e Saúde

  • Fonte: Printerest

A qualidade de vida, especialmente nos centros urbanos, costuma ser bastante comprometida pelos diversos fatores que limitam as possibilidades de organização espacial dos edifícios, induzidos pelos interesses especulativos imobiliários, que exigem o maior proveito econômico do metro quadrado edificado. A verticalização das construções, os espaços exíguos das unidades imobiliárias e a absoluta negligência aos valores da Arquitetura Vernacular, não deixam alternativas para que seja alcançado o conceito de Saúde, preconizado pela Organização Mundial da Saúde – OMS:

“um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções e enfermidades”. (3 de abr. de 2020)

Compete à Arquitetura, enquanto disciplina responsável pela concepção do espaço construído, a observação das condições para proporcionar ao ser humano o pleno usufruto da condição mais elementar: Saúde,  com bem estar. 

Cabe ao Arquiteto, na sua atividade criativa, solucionar uma complexa equação que envolve, dentre outras variáveis: 

  • legislação urbanística, ambiental e sociocultural; 
  • viabilidade econômico-financeira do empreendimento;
  • segurança e desempenho da construção;
  • sustentabilidade e eficiência;
  • funcionalidade e estética;
  • zoneamento bioclimático e conforto térmico…

No elenco de variáveis normalmente abordadas, não costumam ser considerados os fatores de interação do ser vivo (bios) com o espaço construído na Terra (Gea), nem com o avassalador bombardeio de radiações eletromagnéticas, comprovadamente causadores de transtornos físicos e psíquicos nos seres vivos, ou seja, interferindo negativamente na saúde.

A Geobiologia aborda especialmente a análise das patologias causadas pelas radiações procedentes do subsolo dos lugares habitados, tais como falhas ou fissuras geológicas, veios d’água, alterações do campo magnético terrestre, por exemplo. Inúmeros pesquisadores europeus, dentre eles médicos, biólogos, engenheiros e arquitetos, desenvolveram estudos envolvendo os efeitos das energias telúricas sobre a saúde dos seres vivos. Podem ser citados o Dr. Ernst Hartmann (1915-1992), o doutor em arquitetura Jean-Marie-Pierre Le Chapellier(1946-atual), a Dra. Blanche Merz(1919-2002) e o físico Alfred Bovis (1871–1947).

Vasta pesquisa deu origem a uma comprovação inequívoca das influências dessas vibrações na saúde dos seres vivos. 

Atrelado a estes conhecimentos, a Geobiologia e a Bioconstrução uniram seus fundamentos em prol da busca dos fatores que interferem na saúde dos habitantes das construções, criando o conceito da “Sindrome do Edifício Doente”, atualmente reconhecido e adotado pelos institutos internacionais de certificação de edifícios.

De fato, inúmeros transtornos físicos e psicoemocionais podem ser potencializados nos seres vivos sujeitos aos fatores de desequilíbrio orgânico, principalmente quando submetidos a eles por longos períodos de tempo. As soluções para tais anomalias nos ambientes podem ser bastante simples, bastando que sejam devida e cautelosamente identificadas. A inibição dessas causas certamente favorecerá a remissão de uma moléstia já instalada ou poderá vir a ser a prevenção de males futuros.

A Geobiologia se propõe a atuar de maneira preventiva à saúde dos seres vivos, identificando as possíveis anomalias num ambiente, principalmente naqueles de permanência prolongada (quartos, escritórios, salas). Contudo, uma vez identificada a patologia ou desequilíbrio orgânico, os recursos da Geobiologia agirão como coadjuvantes à Medicina convencional, buscando isolar o paciente da potencial causa vibracional que desorganiza o seu organismo, o que favorecerá a sua recuperação através dos protocolos médicos.

O Arquiteto, consciente deste fator inibidor da saúde, pode recorrer ao Geobiólogo para mapear as manifestações telúricas presentes no terreno, corrigindo-as para que não venham a exercer efeitos nocivos aos futuros usuários do empreendimento.

DB

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