Do tangível ao intangível

“O grande livro da casa saudável”, Mariano Bueno, Ed. Roca.

A Engenharia Diagnóstica compõe-se de várias ferramentas para a investigação técnica de patologias construtivas, e é formada a partir de métodos de engenharia que envolvem informação, intuição, inter-relação e inferência.

Contudo, as influências oriundas da malha geomagnética do nosso Planeta, dos veios de água subterrânea e das falhas geológicas, também exercem interferência direta no espaço construído, causando anomalias vibracionais que atualmente, com as pesquisas da Mecânica Quântica sobre o mundo subatômico, não podem ser desprezados. O campo eletromagnético ao qual estamos inseridos, a partir de fontes naturais (radiação solar) ou artificiais (redes wifi, telefonia e rádio, dentre outras), remete à presença de íons positivos ou negativos, produzidos pela radiação cósmica solar e demais emissores artificiais, assim como pelos materiais de construção, poluição atmosférica, radiações e materiais que emitem cargas eletrostáticas, especialmente em ambientes fechados.

Precisamos ter em mente que o planeta Terra é um ser vivo. A Natureza possui seus fluxos, seu mecanismo de controle e auto equilíbrio, nem sempre percebido pelo ser humano.

Considerando que o espaço construído retém e aprisiona energias que estariam naturalmente livres, é fácil compreender que o processo de urbanização quebra o equilíbrio natural. E os seres vivos são os primeiros a sentirem este impacto em sua saúde e bem estar físico, emocional e espiritual, ao conviverem “confinados” nestes espaços.

Entender tal processo e buscar maneiras de harmonizar este ecossistema nas edificações, não pode ser deixado de lado.

Voltando ao olhar tangível da Engenharia Diagnóstica, nem mesmo a Norma de Desempenho – ABNT NBR-15.575 -, que visa o “comportamento em uso de uma edificação e de seus sistemas”, aborda a influência dos fatores gerados pelas vibrações oriundas de manifestações subatômicas da matéria, que inequivocamente, causam transtornos a saúde integral do ser vivo.

Normas de desempenho são estabelecidas buscando atender aos requisitos dos usuários, que, no caso desta Norma, referem-se aos sistemas que compõem edificações habitacionais, independentemente
dos seus materiais constituintes e do sistema construtivo utilizado
.

Podemos afirmar que a Norma de Desempenho surgiu em decorrência do movimento deflagrado na Europa e EUA envolvendo os Edifícios Saudáveis e a “Síndrome do Edifício Doente”, que abordava as condições da edificação no terreno e sua interferência em relação ao entorno, assim como o impacto dos materiais de construção na saúde dos usuários. As Certificações das Construções passaram a ter um valor, como garantia de se habitar um edifício com consumo de recursos controlado e que utilizava insumos que não agridem nem a saúde dos usuários nem o meio ambiente.

Esta abordagem já está mais alinhada com os princípios que levam em consideração a saúde integral, porém ainda não abrange as energias sutis, foco principal de nosso comentário.

Há registros de que egípcios, chineses, romanos e outras civilizações ancestrais já se utilizavam dos conhecimentos das energias da terra ou Geobiologia, para definirem seus assentamentos urbanos, seus monumentos e templos religiosos, enfim, os “sítios” energeticamente favoráveis para preservar a saúde e a vitalidade naturais.

Atualmente, em pleno século XXI, já há meios de fundamentar tais conceitos, através das pesquisas do mundo subatômico, que demonstra um universo até então ignorado pela raça humana. E é sobre este universo que nos referimos: As energias, as vibrações.

Tudo é energia.

Sofremos interferência direta dos campos vibracionais que nos envolvem.

Como ignorar este aspecto, intrínseco à Vida?

Se você quiser descobrir os segredos do Universo, pense em termos de energia, frequência e vibração.”

Nikola Tesla

A proposta aqui é ampliar o enfoque da Engenharia Diagnóstica às avaliações subatômicas das construções, levando em consideração as interferências vibracionais causadas pelas redes geomagnéticas (que interferem diretamente nas construções), pelos materiais de construção e radiações nocivas à saúde.

Um processo de infiltração em paredes pode estar relacionado a um fluxo vibratório nocivo do subsolo. Tantas vezes seja corrigido, o processo retornará. Não apenas comprometendo esteticamente a edificação, mas indicando a presença de um vórtice de energia nociva à saúde, que vai além do conceito formal de Insalubridade, mas com abrangência mais ampla, de sucção de vitalidade aos seres vivos que ali permanecerem.

Entender a Engenharia Diagnóstica sob o enfoque da Saúde Integral vai além do tángível.

DB

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